22 Feb 2012
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23 May 2011
20 May 2011
18 May 2011
5 May 2011
28 Apr 2011
27 Apr 2011
"What came first, the music or the misery? People worry about kids playing with guns, or watching violent videos, that some sort of culture of violence will take them over. Nobody worries about kids listening to thousands, literally thousands of songs about heartbreak, rejection, pain, misery and loss. Did I listen to pop music because I was miserable? Or was I miserable because I listened to pop music?" in High Fidelity (2000)
Lembrei-me deste filme/livro e o porquê de às vezes me apetecer ouvir The Smiths. É difícil imaginar que alguém possa estar mais descontente com o mundo do que o Morrissey, por isso, ocasionalmente é terapêutico ouvi-lo.
Lembrei-me deste filme/livro e o porquê de às vezes me apetecer ouvir The Smiths. É difícil imaginar que alguém possa estar mais descontente com o mundo do que o Morrissey, por isso, ocasionalmente é terapêutico ouvi-lo.
21 Apr 2011
12 Apr 2011
Radiospotting #5
Odeio regras, não gosto de prontuários nem de leis e, acima de tudo, odeio saber que existem pessoas que ouvem músicas com regra. Porque é que um DJ não pode passar um slow logo a seguir a uma música de trance? No radiospotting, a regra é simples: mostrar boa música.
Seja lá o que isso for, seja lá ao que isso soar. Desde que não soe a Coldplay.
A periodicidade de novos episódios também não tem regras, talvez por isso o último tenha sido na última década, há praticamente dois anos. Mas, já que não há bolo para apagar as velas, então que seja a música a marcar o aniversário deste blog que sofre de problemas de identidade desde o primeiro dia. E ainda bem que assim é. Have fun :)
Happy Birthday
E de repente, este blog já tem seis anos. Muita coisa mudou neste tempo todo.
Por exemplo, em 2005, o bolo da moda era o scone, hoje em dia é o cupcake.
25 Mar 2011
24 Mar 2011
Nós
Leve.
Voava sobre o vento que trazia a manhã até despentear os seus cabelos longos.
Despertava assim todos os dias, ou só naqueles dias em que queria fazer mais do que existir.
Deixava-se levar pelas palavras que ouvia das bocas ruidosas que se soltavam por aí.
Escutava-as e pensava que um dia as iria apanhar.
Assim como se apanha fruta num pomar alheio.
Como se rouba um coração aflito de tanto bater.
Como se tira a vida a uma flor, por amor.
E foi assim que soube que desconhecia o eu.
Afinal esse eu não era um eu. Era um nós.
Voava sobre o vento que trazia a manhã até despentear os seus cabelos longos.
Despertava assim todos os dias, ou só naqueles dias em que queria fazer mais do que existir.
Deixava-se levar pelas palavras que ouvia das bocas ruidosas que se soltavam por aí.
Escutava-as e pensava que um dia as iria apanhar.
Assim como se apanha fruta num pomar alheio.
Como se rouba um coração aflito de tanto bater.
Como se tira a vida a uma flor, por amor.
E foi assim que soube que desconhecia o eu.
Afinal esse eu não era um eu. Era um nós.
22 Mar 2011
Entretenimento para adultos
Tenho um amigo que queria ser pornstar, mas o melhor que conseguiu foi entrar para a secção de ménage do Continente.
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