4 Aug 2010
2 Aug 2010
1 Aug 2010
Modas
T-shirt de alças é o nome menos embaraçoso que os homens conseguiram criar para poderem usar tops à vontade.
27 Jul 2010
22 Jul 2010
16 Jul 2010
Somebody at one of these places [...] asked me: "What do you do? How do you write, create?" You don't, I told them. You don't try. That's very important: not to try, either for Cadillacs, creation or immortality. You wait, and if nothing happens, you wait some more. It's like a bug high on the wall. You wait for it to come to you. When it gets close enough you reach out, slap out and kill it. Or if you like its looks you make a pet out of it.
Charles Bukowski, 1963.
Charles Bukowski, 1963.
14 Jul 2010
12 Jul 2010
18 Jun 2010
17 Jun 2010
8 Jun 2010
3 Jun 2010
1 Jun 2010
31 May 2010
27 May 2010
26 May 2010
25 May 2010
11 Jan 2010
Coisas que acontecem em restaurantes e que já fizeram mais sentido.
Não sou gajo de beber vinho desalmadamente às refeições. E devo ser dos poucos portugueses a achar o Mateus Rosé o melhor vinho produzido em terras lusas.
Mas nunca percebi uma coisa. Quando pedimos um garrafa de vinho num restaurante, porque é que o temos de provar em frente ao empregado? É suposto fazermos aquela cara desconfiada de quem está a orientar toda e qualquer célula do cérebro para o paladar se concentrar no sabor de um vinho, que provavelmente até já bebemos mais do que uma vez? E porque é que é sempre o homem a provar, se estiver acompanhado por uma mulher? Feministas, isto já dava assunto suficiente para uma cartinha destinada às escolas de empregados de mesa e afins.
Tenho vontade de entrar num restaurante, pedir um vinho e dizer que não gosto. Que cara vai fazer o empregado? Devo estar no meu direito... - "Pois, sabe, a colheita de 2004 é que era boa, a de 2005 apanhou com muita geada. Não quero".
E porque é que se pedir uma cerveja e uma coca-cola, a cerveja vem logo para mim? Nem perguntam. Feministas, mais uma vez estou-vos a dar pano para mangas.
Já que estou a falar para os senhores da hotelaria, deixo aqui mais um recado: ter o hálito a cheirar a mentol não me dá vontade de deixar uma gorjeta melhor.
Mas nunca percebi uma coisa. Quando pedimos um garrafa de vinho num restaurante, porque é que o temos de provar em frente ao empregado? É suposto fazermos aquela cara desconfiada de quem está a orientar toda e qualquer célula do cérebro para o paladar se concentrar no sabor de um vinho, que provavelmente até já bebemos mais do que uma vez? E porque é que é sempre o homem a provar, se estiver acompanhado por uma mulher? Feministas, isto já dava assunto suficiente para uma cartinha destinada às escolas de empregados de mesa e afins.
Tenho vontade de entrar num restaurante, pedir um vinho e dizer que não gosto. Que cara vai fazer o empregado? Devo estar no meu direito... - "Pois, sabe, a colheita de 2004 é que era boa, a de 2005 apanhou com muita geada. Não quero".
E porque é que se pedir uma cerveja e uma coca-cola, a cerveja vem logo para mim? Nem perguntam. Feministas, mais uma vez estou-vos a dar pano para mangas.
Já que estou a falar para os senhores da hotelaria, deixo aqui mais um recado: ter o hálito a cheirar a mentol não me dá vontade de deixar uma gorjeta melhor.
11 Dec 2009
Blur

Parklife foi dos primeiros CD's que comprei, ou que cravei, e, embora não fosse tão fácil e tão pop que o tornasse agradável e coerente nas primeiras audições, posso dizer que é dos meus álbuns preferidos de sempre.
Vi os Blur ao vivo. Em 2003. Cumprimentei o Damon Albarn e até fui entrevistado pela Blitz como fã dos Blur. Isto é ou não é ser cromo?
Tudo isto para mostrar estas duas ilustrações, separadas por quase 10 anos. Genial a subtileza da abordagem do envellhecimento dos gajos.
9 Dec 2009
7 Dec 2009
2 Dec 2009
Damas do Hiper
A grande novidade neste Natal é que a Leopoldina agora tem mamas e a Popota tem um kuduro.
28 Aug 2009
20 Aug 2009
Radiospotting #4 - It all happened on a boogie night.
Lembram-se daquela altura em que ter uma televisão em casa era praticamente um sinónimo de luxo, em que a k7 ou o walkman ainda não tinham chegado, em que as calças eram boca-de-sino ou, segundo os mais selváticos, pata-de-elefante, em que o Woodstock tinha deixado marcas numa geração inteira, em que o Michael Jackson ainda não era branco, em que os carros nunca pegavam nas manhãs frias de Inverno, e o Opel Ascona tinha sido proibido de ser vendido em Portugal, quando a MTV ainda não ditava o que se devia ouvir e os DJ's começavam a ser aplaudidos, sim, não a músico que a escreveu, mas sim quem carregava no play, fazendo mexer as cabeleiras afro, combinadas com coletes e t-shirts coladas ao corpo, nas discotecas altamente iluminadas por inúmeras cores e brilhos?
A pergunta é grande demais, mas a minha resposta resume-se a um não.
Mas se a música nos leva para outros lugares, este Radiospotting vai certamente levar-vos numa viagem até esses tempos.
playlist:
A pergunta é grande demais, mas a minha resposta resume-se a um não.
Mas se a música nos leva para outros lugares, este Radiospotting vai certamente levar-vos numa viagem até esses tempos.
playlist:
7 Aug 2009
1 Jul 2009
19 Jun 2009
Moustache
Ainda não consegui entender como é que alguém com a minha idade, ou menos, se sente motivado a usar bigode... Depois de crescer a ouvir comentários totalmente depreciativos sobre os bigodes de António Sala, Manuel Luís Goucha, Tom Seleck, entre outros, agora tenho que aceitar (ou não) esta moda reciclada.
Fica aqui uma ajudar para quim quiser aderir à coisa.
Eu vou ficar eternamente indeciso.
Fica aqui uma ajudar para quim quiser aderir à coisa.
Eu vou ficar eternamente indeciso.
1 Jun 2009
27 May 2009
18 May 2009
4 May 2009
12 Apr 2009
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